Na ponta da língua
CONHECENDO NOSSOS ESCRITORES
Raimundo da Mota de Azevedo Correia (1859/1911)
Nasceu o bordo de um navio brasileiro, na Baía de Mangunça, município de Cururupu, Maranhão. Ainda criança veio para o Rio de Janeiro, tendo estudado no Colégio Pedro II. Em 1879 estreou na literatura, escrevendo versos românticos: Primeiros Sonhos. Lançou as Sinfonias em 1883. Escreveu em diversos jornais e revistas. Formado em Direito na cidade de São Paulo, foi nomeado promotor de Justiça de São João da Barra/RJ. A partir dessa época o juiz apagaria o poeta. Pertenceu à Academia Brasileira de Letras. Vitimado pela uremia, foi a Paris (França) para consultar especialistas, lá falecendo. Em 1920 a ABL trasladou seu corpo para o Brasil.
Obras: Versos e Versões (1887); Aleluias (1891); Poesias (Lisboa, 1898).
CONCORDÂNCIA CRUEL
Num jornal do Rio, lemos a seguinte e quase inacreditável frase: “Temperaturas de 30 graus e ondas de até um metro levou o carioca à orla.”
Nada justifica o erro de concordância. A forma verbal levou deveria estar no plural.
Frase correta: Temperaturas de 30 graus e ondas de até um metro levaram o carioca à orla.
MAIS DOIS ERROS
Em outro jornal, apareceu a seguinte manchete: “Líder palestino se irrita e não respeitará quem se opor a caminhada até Jerusalém.”
Irritante! A construção desse período está duplamente errada.
1o – O verbo respeitar no futuro do presente (não respeitará) determina que o verbo opor seja conjugado no futuro do subjuntivo, logo a forma verbal “opor” está incorreta, pois está no infinitivo pessoal.
2o – O a antes da palavra caminhada deveria levar o acento grave, indicativo da crase, pois ele representa a fusão do a (preposição) + a (artigo) = à.
Preste atenção ao período correto: “Líder palestino se irrita e não respeitará quem se opuser à caminhada até Jerusalém.”
FALTA DE ZELO
Um enorme cartaz, na Marginal Pinheiros, em São Paulo, anuncia a loja “Zêlo” (cama, mesa e banho), assim mesmo, com acento circunflexo. Falta de zelo com a língua portuguesa, não é? O acento diferencial não mais existe e a palavra “zelo” não faz parte da lista de exceções.
CONFUSÃO
Na abertura de um programa do Jô Soares, o artista comentou que um certo juiz, então foragido adora acentos, pois acentua muito e erradamente as palavras, e além disso salpica todos os seus textos com inúmeras vírgulas. O descuido com a nossa língua só aumenta o rol de deslizes daquele cidadão.
Por Arnaldo Niskier, da Academia Brasileira de Letras
aniskier@ig.com.br
Blog destinado aos participantes do curso do Linux Educacional, aos colegas na área de educação e convidados.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Infecção Urinária (Cistite)
Introdução
A infecção urinária, mais conhecida como cistite, é uma das doenças infecciosas mais comuns da atualidade, perdendo em freqüência apenas das respiratórias. Para se ter uma idéia da amplitude atingida por essa doença, de 40% a 50% das mulheres já tiveram pelo menos um episódio de cistite em suas vidas. As infecções urinárias têm importância muito grande também no ambiente hospitalar, sendo responsáveis por 50% de todas as ocorridas nesses locais.
O que causa cistite?
A urina é normalmente estéril, ou seja, ela é completamente livre de germes, sejam eles bactérias, fungos ou vírus. A infecção ocorre quando esses germes, subindo pela uretra, conseguem penetrar na bexiga e começam a se multiplicar.
As maiorias dos microorganismos que causam infecções urinárias são bactérias que vêm da área entre a vagina e o ânus (períneo), onde habitam normalmente, sem causar nenhum problema. São perigosos apenas quando atingem as vias urinárias. É importante salientar que a presença desses germes no períneo é normal, por mais que se faça uma higiene cuidadosa.
Os microorganismos que mais causam infecção são as bactérias do intestino, sendo uma delas, a Escherichia coli, responsável por 80% de todas as infecções urinárias. Na maioria dos casos, a bactéria começa a crescer na uretra. Quando a infecção fica limitada apenas a este local, é chamada uretrite. Se essas bactérias sobem pela uretra, atingem a bexiga e promovem o que chamamos de cistite (infecção da bexiga). Eventualmente, se a infecção não for logo controlada, as bactérias podem subir pelos ureteres e causar infecção no rim (pielonefrite).
Além das infecções causadas por bactérias, fungos e vírus, existem outras causas menos comuns de cistite, tais como alergia a certos alimentos ou bebidas, estresse etc. Alguns medicamentos ou substâncias ingeridas ou inaladas, que são eliminadas pela urina também podem causar irritação da bexiga e manifestar-se como uma cistite.
Que pessoas têm maior chance de sofrer infecção urinária?
Sabidamente, as mulheres na idade adulta jovem estão mais propensas a desenvolver infecção urinária do que os homens da mesma faixa etária. Isso acontece principalmente por questões anatômicas. A uretra da mulher é bem mais curto e largo que o do homem.
Além disto, o períneo delas é curto, fazendo com que a uretra feminina se abra muito próximo a fontes importantes de bactérias que são o ânus e a vagina, facilitando a subida dessas bactérias. Uma vez na uretra, elas têm rápido acesso à bexiga, causando a cistite.
Nas meninas, o uso de fraldas, o banho de banheira e o hábito de sentar-se nua no chão faz com que a uretra fique exposta à contaminação e à invasão pelas bactérias externas. Nas mulheres, além das questões anatômicas, a atividade sexual também facilita a penetração de bactérias (que já estavam presentes na entrada da vagina e da uretra) na bexiga, pelo pequeno traumatismo causado pela penetração do pênis na vagina. Após a menopausa, devido à deficiência hormonal, costuma ocorrer uma atrofia nos tecidos da vagina e da uretra, o que predispõe à infecção.
Na gravidez as infecções urinárias são extremamente comuns, não só pela mudança da posição anatômica das vias urinárias provocada pela compressão do feto, como também pela participação de fatores hormonais.
Quais os sintomas da cistite e da pielonefrite?
A cistite pode ter muitos sintomas, mas também pode acontecer de forma totalmente assintomática, como é comum nos diabéticos e nas grávidas. Ela manifesta pelo aparecimento de um desejo forte de urinar com freqüência (polaciúria), de ardência no canal da urina no momento da micção (disúria), de uma dificuldade de começar a urinar (estrangúria), de uma sensação de que a bexiga não se esvazia mesmo que se tenha acabado de urinar e de um desejo imperioso de urinar, não dando quase tempo de chegar ao banheiro. Além disso, pode haver o aparecimento de cheiro forte e desagradável na urina e a ocorrência de uma urina com aspecto turvo ou com sangue.
Sinais como febre e dor nas costas (dor lombar), náuseas e vômitos podem indicar que a infecção já chegou aos rins (pielonefrite).
Como as infecções urinárias são diagnosticadas?
O diagnóstico de uma infecção urinária é, na maioria das vezes, bastante simples. Ele é feito através da história e dos exames físico e de urina do paciente. São dois os exames de urina pedidos usualmente. Um é o EAS, que é um exame microscópico para detectar a presença de pus, bactérias, sangue e células inflamatórias na urina. O outro é a urinocultura, que identifica a bactéria causadora da infecção. Uma vez identificada essa bactéria, ela é normalmente submetida a um teste de sensibilidade aos antibióticos (TSA), a fim de que se determine qual o antibiótico mais eficaz contra ela.
Se as infecções forem recorrentes, pode também ser recomendada a realização de um exame de ultra-som das vias urinárias para verificar possíveis anormalidades que estejam propiciando a recorrência da infecção, ou de uma cistoscopia, exame que permite a visualização direta da bexiga pelo médico com a introdução de um pequeno aparelho (cateter) através da uretra.
Como são tratadas a cistite e a pielonefrite?
Normalmente, o tratamento da cistite é iniciado antes mesmo de ficarem prontos os resultados dos exames de urina. Quando eles chegam, faz-se as correções necessárias. O tratamento em geral é feito com antibióticos orais e sua duração varia de três a sete dias, dependendo do remédio usado, do germe isolado, da gravidade da infecção e da história do paciente (infecções prévias, tratamentos já utilizados etc.).
Também são prescritos analgésicos urinários para aliviar a ardência ao urinar e antiespasmódicos que reduzem a dor e o desejo de urinar com freqüência. Além disso, é importante aumentar a ingestão de líquidos, o que facilita a eliminação das bactérias, e evitar ingestão de substâncias que sejam irritantes da bexiga, como a cafeína e o álcool.
Se a infecção atingiu os rins, o que chamamos pielonefrite, é possível que seja necessária internação hospitalar e uso de antibióticoterapia venosa.
É importante ressaltar que os sintomas podem desaparecer logo após o início do tratamento e antes que a infecção esteja completamente curada. Por isso deve-se obedecer à duração do tratamento prescrito pelo médico. Não se esqueça que o tratamento inadequado pode fazer não só com que a infecção volte como também que ela atinja os rins, o que pode ter conseqüências bastante graves.
O que fazer quando se tem episódios recorrentes de infecção urinária?
Definimos como infecção urinária recorrente a ocorrência de mais de três episódios no período de um ano. Aqueles que têm infecção recorrente devem buscar tratamento especializado com urologistas. Geralmente, são pessoas com alguma deficiência imunológica, hormonal ou com defeitos anatômicos, que podem ser corrigidos pelos especialistas.
Como se prevenir da infecção urinária?
Todas as pessoas, principalmente quem sofre de infecção urinária recorrente, deve tomar no seu dia-a dia os seguintes cuidados gerais de prevenção:
1. Urinar com mais freqüência, ou seja, fazê-lo antes mesmo que a vontade apareça. A urina, quando acumulada durante muito tempo na bexiga, facilita as infecções. Além disso, quando urinamos o jato urinário lava a uretra com a urina limpa que vem da bexiga e empurra para fora as bactérias que estão começando a subir pela uretra.
2. Urinar imediatamente após o ato sexual para também lavar a uretra de possíveis bactérias invasoras.
3. Fazer higiene após as evacuações.
4. Sempre que possível, após as evacuações e durante o banho, lavar toda a região da vulva, do períneo, do púbis e do ânus (região genital) com sabão anti-séptico contendo clorohex ou polivinilpirolidona. As farmácias vendem estes sabões na forma líqüida ou em tabletes.
5. Quando de faz uso de papel higiênico, limpar-se sempre no sentido de frente para trás (sentido vagina–ânus). Se a limpeza se fizer de trás para frente, bactérias do ânus podem ser levadas até a vagina e de lá elas podem caminhar até a uretra, por onde sobem até atingir a bexiga.
6. As mulheres que já estão na menopausa devem ser avaliadas por um urologista e por um ginecologista. Se houver falta de hormônios, com conseqüente atrofia dos tecidos da vagina e da uretra, elas devem ser tratadas com cremes vaginais contendo hormônios de ação local. Os tecidos da uretra e da vagina que estavam ressecados e sem vitalidade (portanto com menos resistência às bactérias) rapidamente se recuperam e as cistites desaparecem ou se tornam muito mais raras.
7. Relações vaginais após relações anais devem ser evitadas pelo risco de se levar bactérias do intestino para a uretra.
8. Nas crianças, a troca de fraldas deve ser feita logo que fiquem sujas de fezes, acompanhada de banho local com sabões anti-sépticos.
Além dessas medidas preventivas, pode ser necessário o uso de antibióticos para prevenir a recorrência das infecções. Podem ser prescritos antibióticos em baixas doses para serem tomados diariamente por períodos prolongados (seis meses ou mais) ou antibióticos que se tomam em dose única após o ato sexual. Seu médico decidirá sobre a necessidade dessas medidas adicionais.
Por Maurício Magalhães Costa - mamcosta@yahoo.com
Mestre e Doutor em Ginecologia pela UFRJ
Chefe do Setor de Oncologia do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho - UFRJ
Fellow da American Society of Breast Disease e Vice-Presidente da Federação latino-americana de Mastologia
Introdução
A infecção urinária, mais conhecida como cistite, é uma das doenças infecciosas mais comuns da atualidade, perdendo em freqüência apenas das respiratórias. Para se ter uma idéia da amplitude atingida por essa doença, de 40% a 50% das mulheres já tiveram pelo menos um episódio de cistite em suas vidas. As infecções urinárias têm importância muito grande também no ambiente hospitalar, sendo responsáveis por 50% de todas as ocorridas nesses locais.
O que causa cistite?
A urina é normalmente estéril, ou seja, ela é completamente livre de germes, sejam eles bactérias, fungos ou vírus. A infecção ocorre quando esses germes, subindo pela uretra, conseguem penetrar na bexiga e começam a se multiplicar.
As maiorias dos microorganismos que causam infecções urinárias são bactérias que vêm da área entre a vagina e o ânus (períneo), onde habitam normalmente, sem causar nenhum problema. São perigosos apenas quando atingem as vias urinárias. É importante salientar que a presença desses germes no períneo é normal, por mais que se faça uma higiene cuidadosa.
Os microorganismos que mais causam infecção são as bactérias do intestino, sendo uma delas, a Escherichia coli, responsável por 80% de todas as infecções urinárias. Na maioria dos casos, a bactéria começa a crescer na uretra. Quando a infecção fica limitada apenas a este local, é chamada uretrite. Se essas bactérias sobem pela uretra, atingem a bexiga e promovem o que chamamos de cistite (infecção da bexiga). Eventualmente, se a infecção não for logo controlada, as bactérias podem subir pelos ureteres e causar infecção no rim (pielonefrite).
Além das infecções causadas por bactérias, fungos e vírus, existem outras causas menos comuns de cistite, tais como alergia a certos alimentos ou bebidas, estresse etc. Alguns medicamentos ou substâncias ingeridas ou inaladas, que são eliminadas pela urina também podem causar irritação da bexiga e manifestar-se como uma cistite.
Que pessoas têm maior chance de sofrer infecção urinária?
Sabidamente, as mulheres na idade adulta jovem estão mais propensas a desenvolver infecção urinária do que os homens da mesma faixa etária. Isso acontece principalmente por questões anatômicas. A uretra da mulher é bem mais curto e largo que o do homem.
Além disto, o períneo delas é curto, fazendo com que a uretra feminina se abra muito próximo a fontes importantes de bactérias que são o ânus e a vagina, facilitando a subida dessas bactérias. Uma vez na uretra, elas têm rápido acesso à bexiga, causando a cistite.
Nas meninas, o uso de fraldas, o banho de banheira e o hábito de sentar-se nua no chão faz com que a uretra fique exposta à contaminação e à invasão pelas bactérias externas. Nas mulheres, além das questões anatômicas, a atividade sexual também facilita a penetração de bactérias (que já estavam presentes na entrada da vagina e da uretra) na bexiga, pelo pequeno traumatismo causado pela penetração do pênis na vagina. Após a menopausa, devido à deficiência hormonal, costuma ocorrer uma atrofia nos tecidos da vagina e da uretra, o que predispõe à infecção.
Na gravidez as infecções urinárias são extremamente comuns, não só pela mudança da posição anatômica das vias urinárias provocada pela compressão do feto, como também pela participação de fatores hormonais.
Quais os sintomas da cistite e da pielonefrite?
A cistite pode ter muitos sintomas, mas também pode acontecer de forma totalmente assintomática, como é comum nos diabéticos e nas grávidas. Ela manifesta pelo aparecimento de um desejo forte de urinar com freqüência (polaciúria), de ardência no canal da urina no momento da micção (disúria), de uma dificuldade de começar a urinar (estrangúria), de uma sensação de que a bexiga não se esvazia mesmo que se tenha acabado de urinar e de um desejo imperioso de urinar, não dando quase tempo de chegar ao banheiro. Além disso, pode haver o aparecimento de cheiro forte e desagradável na urina e a ocorrência de uma urina com aspecto turvo ou com sangue.
Sinais como febre e dor nas costas (dor lombar), náuseas e vômitos podem indicar que a infecção já chegou aos rins (pielonefrite).
Como as infecções urinárias são diagnosticadas?
O diagnóstico de uma infecção urinária é, na maioria das vezes, bastante simples. Ele é feito através da história e dos exames físico e de urina do paciente. São dois os exames de urina pedidos usualmente. Um é o EAS, que é um exame microscópico para detectar a presença de pus, bactérias, sangue e células inflamatórias na urina. O outro é a urinocultura, que identifica a bactéria causadora da infecção. Uma vez identificada essa bactéria, ela é normalmente submetida a um teste de sensibilidade aos antibióticos (TSA), a fim de que se determine qual o antibiótico mais eficaz contra ela.
Se as infecções forem recorrentes, pode também ser recomendada a realização de um exame de ultra-som das vias urinárias para verificar possíveis anormalidades que estejam propiciando a recorrência da infecção, ou de uma cistoscopia, exame que permite a visualização direta da bexiga pelo médico com a introdução de um pequeno aparelho (cateter) através da uretra.
Como são tratadas a cistite e a pielonefrite?
Normalmente, o tratamento da cistite é iniciado antes mesmo de ficarem prontos os resultados dos exames de urina. Quando eles chegam, faz-se as correções necessárias. O tratamento em geral é feito com antibióticos orais e sua duração varia de três a sete dias, dependendo do remédio usado, do germe isolado, da gravidade da infecção e da história do paciente (infecções prévias, tratamentos já utilizados etc.).
Também são prescritos analgésicos urinários para aliviar a ardência ao urinar e antiespasmódicos que reduzem a dor e o desejo de urinar com freqüência. Além disso, é importante aumentar a ingestão de líquidos, o que facilita a eliminação das bactérias, e evitar ingestão de substâncias que sejam irritantes da bexiga, como a cafeína e o álcool.
Se a infecção atingiu os rins, o que chamamos pielonefrite, é possível que seja necessária internação hospitalar e uso de antibióticoterapia venosa.
É importante ressaltar que os sintomas podem desaparecer logo após o início do tratamento e antes que a infecção esteja completamente curada. Por isso deve-se obedecer à duração do tratamento prescrito pelo médico. Não se esqueça que o tratamento inadequado pode fazer não só com que a infecção volte como também que ela atinja os rins, o que pode ter conseqüências bastante graves.
O que fazer quando se tem episódios recorrentes de infecção urinária?
Definimos como infecção urinária recorrente a ocorrência de mais de três episódios no período de um ano. Aqueles que têm infecção recorrente devem buscar tratamento especializado com urologistas. Geralmente, são pessoas com alguma deficiência imunológica, hormonal ou com defeitos anatômicos, que podem ser corrigidos pelos especialistas.
Como se prevenir da infecção urinária?
Todas as pessoas, principalmente quem sofre de infecção urinária recorrente, deve tomar no seu dia-a dia os seguintes cuidados gerais de prevenção:
1. Urinar com mais freqüência, ou seja, fazê-lo antes mesmo que a vontade apareça. A urina, quando acumulada durante muito tempo na bexiga, facilita as infecções. Além disso, quando urinamos o jato urinário lava a uretra com a urina limpa que vem da bexiga e empurra para fora as bactérias que estão começando a subir pela uretra.
2. Urinar imediatamente após o ato sexual para também lavar a uretra de possíveis bactérias invasoras.
3. Fazer higiene após as evacuações.
4. Sempre que possível, após as evacuações e durante o banho, lavar toda a região da vulva, do períneo, do púbis e do ânus (região genital) com sabão anti-séptico contendo clorohex ou polivinilpirolidona. As farmácias vendem estes sabões na forma líqüida ou em tabletes.
5. Quando de faz uso de papel higiênico, limpar-se sempre no sentido de frente para trás (sentido vagina–ânus). Se a limpeza se fizer de trás para frente, bactérias do ânus podem ser levadas até a vagina e de lá elas podem caminhar até a uretra, por onde sobem até atingir a bexiga.
6. As mulheres que já estão na menopausa devem ser avaliadas por um urologista e por um ginecologista. Se houver falta de hormônios, com conseqüente atrofia dos tecidos da vagina e da uretra, elas devem ser tratadas com cremes vaginais contendo hormônios de ação local. Os tecidos da uretra e da vagina que estavam ressecados e sem vitalidade (portanto com menos resistência às bactérias) rapidamente se recuperam e as cistites desaparecem ou se tornam muito mais raras.
7. Relações vaginais após relações anais devem ser evitadas pelo risco de se levar bactérias do intestino para a uretra.
8. Nas crianças, a troca de fraldas deve ser feita logo que fiquem sujas de fezes, acompanhada de banho local com sabões anti-sépticos.
Além dessas medidas preventivas, pode ser necessário o uso de antibióticos para prevenir a recorrência das infecções. Podem ser prescritos antibióticos em baixas doses para serem tomados diariamente por períodos prolongados (seis meses ou mais) ou antibióticos que se tomam em dose única após o ato sexual. Seu médico decidirá sobre a necessidade dessas medidas adicionais.
Por Maurício Magalhães Costa - mamcosta@yahoo.com
Mestre e Doutor em Ginecologia pela UFRJ
Chefe do Setor de Oncologia do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho - UFRJ
Fellow da American Society of Breast Disease e Vice-Presidente da Federação latino-americana de Mastologia
Inscrições abertas
MINISTÉRIO DO TRABALHO
1.822 vagas com salários iniciais de até R$1.949,00
Estão abertas as inscrições para o Ministério do Trabalho. Serão oferecidas 1.822 vagas, sendo 1.628 para nível médio e 194 para nível superior. O salários iniciais são de R$1.814,00 e R$1.949,00 respectivamente. As inscrições poderão ser feitas até o dia 19 de novembro no site da Cespe, organizadora da seleção. Site: www.cespe.unb.br.
SERPRO
616 vagas com salários inicias de até R$3.891,00
Estão abertas as inscrições do concurso para Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO) vinculada ao Ministério da Fazenda. Serão oferecidas 616 vagas para nível médio/técnico e superior com remunerações de R$1.749 e R$3.891. As inscrições poderão ser feitas até o dia 11 de novembro no site da Cespe, organizadora da seleção. Site: www.cespe.unb.br.
TRT - RJ
41 vagas com salários iniciais de até R19.995,40
Estão abertas as inscrições do concurso para juiz do trabalho, substituto promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RJ). São 41 vagas para nível superior em direito com salário inicial de R$19.995,40. As inscrições poderão ser feitas até o dia 21 de novembro no site do Instituto Cidades, organizador da seleção.
POLÍCIA FEDERAL
2. 000 vagas autorizadas
Foram autorizadas 2.000 vagas para a Polícia Federal. Para os cargos de Agente, Escrivão e Papiloscopista, é exigido nível superior, mas pode ser em qualquer área de formação. O salário inicial é de R$ 7.500,00. Para Delegado, é exigido nível superior em direito e o salário inicial é de R$ 13.500,00. Para Perito serão oferecidas vagas para diversas áreas com engenharia, odontologia, biologia, medicina, contabilidade, entre outros, com salários iniciais de R$ 13.500,00.
Por Fábio Gonçalves
comercial@academiadeconcurso.com.br
abec@academiadoconcurso.com.br
MINISTÉRIO DO TRABALHO
1.822 vagas com salários iniciais de até R$1.949,00
Estão abertas as inscrições para o Ministério do Trabalho. Serão oferecidas 1.822 vagas, sendo 1.628 para nível médio e 194 para nível superior. O salários iniciais são de R$1.814,00 e R$1.949,00 respectivamente. As inscrições poderão ser feitas até o dia 19 de novembro no site da Cespe, organizadora da seleção. Site: www.cespe.unb.br.
SERPRO
616 vagas com salários inicias de até R$3.891,00
Estão abertas as inscrições do concurso para Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO) vinculada ao Ministério da Fazenda. Serão oferecidas 616 vagas para nível médio/técnico e superior com remunerações de R$1.749 e R$3.891. As inscrições poderão ser feitas até o dia 11 de novembro no site da Cespe, organizadora da seleção. Site: www.cespe.unb.br.
TRT - RJ
41 vagas com salários iniciais de até R19.995,40
Estão abertas as inscrições do concurso para juiz do trabalho, substituto promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RJ). São 41 vagas para nível superior em direito com salário inicial de R$19.995,40. As inscrições poderão ser feitas até o dia 21 de novembro no site do Instituto Cidades, organizador da seleção.
POLÍCIA FEDERAL
2. 000 vagas autorizadas
Foram autorizadas 2.000 vagas para a Polícia Federal. Para os cargos de Agente, Escrivão e Papiloscopista, é exigido nível superior, mas pode ser em qualquer área de formação. O salário inicial é de R$ 7.500,00. Para Delegado, é exigido nível superior em direito e o salário inicial é de R$ 13.500,00. Para Perito serão oferecidas vagas para diversas áreas com engenharia, odontologia, biologia, medicina, contabilidade, entre outros, com salários iniciais de R$ 13.500,00.
Por Fábio Gonçalves
comercial@academiadeconcurso.com.br
abec@academiadoconcurso.com.br
Conheça as propriedades fisiológicas das cores
Vermelho
É estimulante e muito útil no tratamento de paralisias, tumores frios e processos tórpidos em geral.
Laranja
Indicada para combater a prisão de ventre e infecções subagudas como, por exemplo, sífilis, lepra e tuberculose.
Amarelo
É a cor da alegria e acentua as propriedades das cores vermelha e laranja.
Verde
É calmante, mas estimula o metabolismo. Tem especial ação no tratamento do câncer.
Anil
Tem ação calmante e participa das propriedades da cor azul
Azul
Tem poder refrescante, calmante. Por isso, emprega-se com eficácia em todo estado inflamatório agudo e nas grandes infecções, sendo sua ação de máxima utilidade naquelas enfermidades de condição ardente, irritativa ou fortemente tóxica, como cólera , raiva, febre tifóide, entre outras.
Violeta
Cor da espiritualidade. Ela pode ter algo de vermelho e também funcionar como um estimulante. É recomendada para idosos e deficientes mentais, além de ser útil nas atonias intestinais e processos do aparelho respiratório.
Atraia boas energias escolhendo a cor certa da roupa
Branco: Significa paz, necessidade de estar limpo e purificado.
Vermelho: Use quando precisar de coragem, força de vontade; quando sentir necessidade de atrair alguém. É um estímulo sexual e é muito atraente.
Amarelo: Para estimular a intuição e atrair dinheiro.
Laranja: Conquistar sucesso financeiro.
Verde: Cor da saúde
Azul: Atrai calma e harmonia
Violeta: Buscar inspiração e imaginação.
Rosa: para encontrar a felicidade e obter a simpatia.
Preto: elegância e afastar invejosos.
Vermelho
É estimulante e muito útil no tratamento de paralisias, tumores frios e processos tórpidos em geral.
Laranja
Indicada para combater a prisão de ventre e infecções subagudas como, por exemplo, sífilis, lepra e tuberculose.
Amarelo
É a cor da alegria e acentua as propriedades das cores vermelha e laranja.
Verde
É calmante, mas estimula o metabolismo. Tem especial ação no tratamento do câncer.
Anil
Tem ação calmante e participa das propriedades da cor azul
Azul
Tem poder refrescante, calmante. Por isso, emprega-se com eficácia em todo estado inflamatório agudo e nas grandes infecções, sendo sua ação de máxima utilidade naquelas enfermidades de condição ardente, irritativa ou fortemente tóxica, como cólera , raiva, febre tifóide, entre outras.
Violeta
Cor da espiritualidade. Ela pode ter algo de vermelho e também funcionar como um estimulante. É recomendada para idosos e deficientes mentais, além de ser útil nas atonias intestinais e processos do aparelho respiratório.
Atraia boas energias escolhendo a cor certa da roupa
Branco: Significa paz, necessidade de estar limpo e purificado.
Vermelho: Use quando precisar de coragem, força de vontade; quando sentir necessidade de atrair alguém. É um estímulo sexual e é muito atraente.
Amarelo: Para estimular a intuição e atrair dinheiro.
Laranja: Conquistar sucesso financeiro.
Verde: Cor da saúde
Azul: Atrai calma e harmonia
Violeta: Buscar inspiração e imaginação.
Rosa: para encontrar a felicidade e obter a simpatia.
Preto: elegância e afastar invejosos.
Veja a pedra correspondente ao seu signo
Diamante (Áries)
É o protetor dos casais apaixonados e da família. Esta fama foi adquirida no século XV, quando era tradição o marido presentear a mãe de seu filho com um anel de brilhantes. Por isso, o diamante está atrelado à harmonia dos apaixonados e a fidelidade. Por passar por um processo de lapidação, ela simboliza a purificação do homem e ao apego às coisas materiais. O diamante é extremamente benéfico para nascidos sob o signo de Áries, pois amenizam a impulsividade e agressividade deste nativo e auxilia na busca de uma vida mais equilibrada.
Água-Marinha (Aquário)
Diamante (Áries)
Esmeralda (Touro)
Citrino (Gêmeos)
Hematita (Peixes)
Opala (Escorpião)
Pérola (Câncer)
Rubi (Leão)
Jacinto (Libra)
Safira (Virgem)
Topázio ( Sagitário)
Turquesa (Capricórnio)
Diamante (Áries)
É o protetor dos casais apaixonados e da família. Esta fama foi adquirida no século XV, quando era tradição o marido presentear a mãe de seu filho com um anel de brilhantes. Por isso, o diamante está atrelado à harmonia dos apaixonados e a fidelidade. Por passar por um processo de lapidação, ela simboliza a purificação do homem e ao apego às coisas materiais. O diamante é extremamente benéfico para nascidos sob o signo de Áries, pois amenizam a impulsividade e agressividade deste nativo e auxilia na busca de uma vida mais equilibrada.
Água-Marinha (Aquário)
Diamante (Áries)
Esmeralda (Touro)
Citrino (Gêmeos)
Hematita (Peixes)
Opala (Escorpião)
Pérola (Câncer)
Rubi (Leão)
Jacinto (Libra)
Safira (Virgem)
Topázio ( Sagitário)
Turquesa (Capricórnio)
B de Biblioteca
Finalmente a primeira coluna chegou!
Já estava preocupada com a demora. Mas fui atropelada pela burocracia das concorrências públicas: novos contratos, adendos, subceções, autorizações. Uma infinidade de documentos atualizados, impecáveis, para atender as exigências do PNBE2008 – o famoso Programa Nacional de Bibliotecas da Escola, gerido pelo FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, autarquia do Ministério da Educação, com recursos financeiros originários do Orçamento Geral da União e da arrecadação do salário-educação para prover as bibliotecas das escolas públicas brasileiras. Apesar da trabalheira, esta é uma notícia alvissareira que vem acontecendo regularmente desde 1994, pois sabemos que não há desenvolvimento sem educação, educação sem conhecimento, conhecimento sem livro, livro sem biblioteca, instituição que universaliza democraticamente o acesso ao conhecimento e a educação. Uma corrente de elos bem fechados para seu sucesso total: a ampliação do padrão cultural geral de uma nação. Todos os países desenvolvidos em algum momento da sua história e trajetória entenderam que era assim que se dava o salto de qualidade e foram fundo nessa equação. Os frutos estão aí.
Ainda temos que correr muito chão para equiparar-nos a pequenas nações como a Coréia do Norte, por exemplo. Mas como as nossas dimensões são ExtraLargePlus, para zerar o gap que limita a expansão de nossas excelências só com um verdadeiro “esforço de guerra”. Mas como nunca fomos à guerra...
Nesta edição, o público alvo são os alunos da educação infantil (até 5 anos), com 3 acervos distintos, com 20 títulos cada, totalizando 60 obras; e os das primeiras séries do ensino fundamental, com 5 acervos, cada um com 20 títulos, totalizando 100 obras.
As editoras apresentam sua seleção (10 títulos para cada segmento); o MEC faz a escolha das 160 obras finalistas que, então, são apresentadas aos professores para que escolham, dentre todas, as que mais acham interessantes para compor o acervo de suas bibliotecas escolares. É uma operação MEGA. Vejam só: 136.389 escolas públicas. Verba destinada: 54 milhões. Educação infantil: 5.065.686 alunos em 85.179 escolas; 1ª séries ensino fundamental: 16.430.000 alunos em 127.661 escolas. Ufa!
Finalmente a primeira coluna chegou!
Já estava preocupada com a demora. Mas fui atropelada pela burocracia das concorrências públicas: novos contratos, adendos, subceções, autorizações. Uma infinidade de documentos atualizados, impecáveis, para atender as exigências do PNBE2008 – o famoso Programa Nacional de Bibliotecas da Escola, gerido pelo FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, autarquia do Ministério da Educação, com recursos financeiros originários do Orçamento Geral da União e da arrecadação do salário-educação para prover as bibliotecas das escolas públicas brasileiras. Apesar da trabalheira, esta é uma notícia alvissareira que vem acontecendo regularmente desde 1994, pois sabemos que não há desenvolvimento sem educação, educação sem conhecimento, conhecimento sem livro, livro sem biblioteca, instituição que universaliza democraticamente o acesso ao conhecimento e a educação. Uma corrente de elos bem fechados para seu sucesso total: a ampliação do padrão cultural geral de uma nação. Todos os países desenvolvidos em algum momento da sua história e trajetória entenderam que era assim que se dava o salto de qualidade e foram fundo nessa equação. Os frutos estão aí.
Ainda temos que correr muito chão para equiparar-nos a pequenas nações como a Coréia do Norte, por exemplo. Mas como as nossas dimensões são ExtraLargePlus, para zerar o gap que limita a expansão de nossas excelências só com um verdadeiro “esforço de guerra”. Mas como nunca fomos à guerra...
Nesta edição, o público alvo são os alunos da educação infantil (até 5 anos), com 3 acervos distintos, com 20 títulos cada, totalizando 60 obras; e os das primeiras séries do ensino fundamental, com 5 acervos, cada um com 20 títulos, totalizando 100 obras.
As editoras apresentam sua seleção (10 títulos para cada segmento); o MEC faz a escolha das 160 obras finalistas que, então, são apresentadas aos professores para que escolham, dentre todas, as que mais acham interessantes para compor o acervo de suas bibliotecas escolares. É uma operação MEGA. Vejam só: 136.389 escolas públicas. Verba destinada: 54 milhões. Educação infantil: 5.065.686 alunos em 85.179 escolas; 1ª séries ensino fundamental: 16.430.000 alunos em 127.661 escolas. Ufa!
Encontre o conforto e sabedoria dos salmos :
Salmo 1 – Concede força para resistir às tentações
Salmo 2 – Para fortalecer o lado espiritual
Salmo 3 – Auxilia na realização trabalhos difíceis.
Salmo 4 – Combate a angústia, a tristeza, o mau humor e a insegurança.
Salmo 5 – Protege contra o mau-olhado e afasta as energias negativas.
Salmo 6 – Protege seu relacionamento da inveja alheia.
Salmo 7 – Protege seu relacionamento da inveja alheia
Salmo 8 – Recomendado para aqueles que sofrem de depressão
Salmo 9 – Para renovar a esperança
Salmo 10 – Combate a solidão e a dor
Salmo 11 – Obter paz de espírito e afastar o olho gordo
Salmo 12 – Proteção contra falsidade
Salmo 13 – Oração para desenvolver e fortalecer a fé
Salmo 14 – A corrupção do pecador e a sua redenção
Salmo 15 – O cidadão dos céus
Salmo 16 – Para receber um conselho em uma decisão importante, como novos negócios, sociedades ou casamento
Salmo 17 – Para receber uma graça no campo afetivo ou profissional
Salmo 18 – Para agradecer uma bênção alcançada
Salmo 19 – Para atrair a sorte e ter sucesso em todos os setores da vida
Salmo 20 – Traz tranqüilidade ao espírito e equilíbrio ao corpo
Salmo 1 – Concede força para resistir às tentações
Salmo 2 – Para fortalecer o lado espiritual
Salmo 3 – Auxilia na realização trabalhos difíceis.
Salmo 4 – Combate a angústia, a tristeza, o mau humor e a insegurança.
Salmo 5 – Protege contra o mau-olhado e afasta as energias negativas.
Salmo 6 – Protege seu relacionamento da inveja alheia.
Salmo 7 – Protege seu relacionamento da inveja alheia
Salmo 8 – Recomendado para aqueles que sofrem de depressão
Salmo 9 – Para renovar a esperança
Salmo 10 – Combate a solidão e a dor
Salmo 11 – Obter paz de espírito e afastar o olho gordo
Salmo 12 – Proteção contra falsidade
Salmo 13 – Oração para desenvolver e fortalecer a fé
Salmo 14 – A corrupção do pecador e a sua redenção
Salmo 15 – O cidadão dos céus
Salmo 16 – Para receber um conselho em uma decisão importante, como novos negócios, sociedades ou casamento
Salmo 17 – Para receber uma graça no campo afetivo ou profissional
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Salmo 20 – Traz tranqüilidade ao espírito e equilíbrio ao corpo
Cefaléia na mulher
A enxaqueca é conhecida há mais de 7.000 anos, afetando grande parte da população do mundo inteiro de forma mais ou menos intensa. Há uma prevalência elevada de enxaquecosos na população e grande parte deles tem pelo menos três crises por mês. Com isso, muitos pacientes abandonam suas atividades, gerando grande impacto social. Nos Estados Unidos, cerca de um bilhão de dólares por ano são perdidos em razão da baixa produtividade determinada pela enxaqueca. Por outro lado, os custos diretos e indiretos atingem 17 bilhões de dólares num ano.
A prevalência é de 6% em homens e 15% em mulheres. Nas mulheres, esta prevalência aumenta durante o período fértil e reduz após a menopausa.
A mulher passa por várias fases em seu ciclo de vida dependentes da fase hormonal: puberdade, ciclos menstruais, pílulas anticoncepcionais, gestação, menopausa e em alguns casos, reposição hormonal. Todas essas fases podem influenciar na freqüência, intensidade e duração das dores de cabeça. Por isso cada mulher deve ser avaliada individualmente para que seja estudada a melhor estratégia de combate à dor.
A enxaqueca pode ocorrer exclusivamente antes, durante ou imediatamente após a menstruação. Este tipo é denominado enxaqueca menstrual. Afeta cerca de 14% das mulheres com enxaqueca. Outro tipo é a enxaqueca que se exacerba no período menstrual, mas ocorre em todas as fases do ciclo. Esta engloba 60 a 70% dos casos.
Na gestação, observa-se uma atenuação das crises a partir do 2°trimestre gestacional e o aparecimento rápido da migrânea no período puerperal. Na menopausa, observa-se em geral a melhora das crises em todos os seus aspectos e muitas mulheres apresentam remissão completa. Caso a mulher faça qualquer tipo de terapia de reposição hormonal, a enxaqueca pode reaparecer.
A melhor forma de abordagem é inicialmente realizar um diário detalhado, incluindo os dias de dor, a intensidade e os dias do ciclo Esse diário é extremamente importante para se detectar a relação da dor com as fases do ciclo.
O tratamento terá algumas diferenças se a enxaqueca for exacerbada na menstruação ou se for menstrual verdadeira. O tratamento pode ser preventivo, onde são administrados medicamentos de uso contínuo para evitar que as crises apareçam, ou pode ser sintomático, administrado durante a crise para abortá-la. Deve-se ter muito cuidado com o uso excessivo de analgésicos que podem piorar a freqüência de dor ao longo do tempo. O tratamento preventivo deve ser considerado quando há três ou mais crises por mês que sejam prolongadas e não responsivas a medidas sintomáticas.
O tratamento não medicamentoso inclui a conscientização do paciente em relação à doença como fundamentalmente biológica, de predisposição genética. Devem-se evitar fatores desencadeantes e agravantes comprovados para o seu caso particular.
Enxaqueca e gravidez
Quando analisamos o tratamento da gestante que sofre de enxaqueca crônica, devemos levar em consideração os efeitos tanto da enxaqueca, quanto das medicações sobre a mãe e sobre o feto. É preciso lembrar que a maioria das mulheres apresenta melhora da freqüência das crises durante a gravidez, e avaliar possíveis riscos sobre o feto das medicações utilizadas para o tratamento.
Sendo assim, o uso de medicamentos preventivos no período gestacional deve ser analisado com muito critério e, na maioria das vezes, evitado. As medidas não farmacológicas, tais como o repouso, o biofeedback, o relaxamento e o gelo são boas alternativas. Entretanto, algumas mulheres continuam a apresentar crises intensas, freqüentes e refratárias aos tratamentos instituídos, algumas vezes associadas a náusea e vômitos com o risco de desidratação em alguns casos, colocando em risco a saúde da paciente e do feto. Nestes casos, a paciente e o seu cônjuge devem participar da decisão e conhecer os benefícios e os riscos que o tratamento pode produzir. As drogas mais frequentemente prescritas nessas pacientes são os beta-bloqueadores. Se a enxaqueca for muito intensa ou existirem outras doenças associadas, outras drogas podem ser utilizadas, de acordo com o grau de risco de cada medicamento.Assim como na gravidez, durante a lactação, as medicações profiláticas devem ser, tanto quanto possível, evitadas. As medidas alternativas como as terapias físicas e o biofeedback devem ser as preferidas.
Por Dra. Maria Eduarda Nobre
Mestrado e Doutorado em Neurologia pela UFF
email: menobre@bol.com.br
Miomas Uterinos
O que são miomas?
Miomas são tumores benignos (não-cancerosos) dos músculos do útero.
Os miomas são extremamente comuns, sendo estimado que afetam uma em cada cinco mulheres em idade fértil. Aproximadamente 20% das mulheres entre 20 e 30 anos, 30% entre 30 e 40 anos e 40% entre 40 e 50 anos apresentam miomas.
Os miomas podem apresentar variações quanto ao tamanho e crescem lentamente. Não é clara a causa dos miomas, mas sabe-se que seu desenvolvimento depende do hormônio feminino estrógeno. Em geral, os miomas param de crescer e diminuem na menopausa, quando os níveis de estrógeno se reduzem. Quais são os sintomas? Os miomas podem não causar nenhum sintoma. Eles podem, por exemplo, ser descobertos por acaso durante um exame ginecológico de rotina. Algumas mulheres, todavia, podem apresentar sangramento excessivo durante a menstruação ou sangramento irregular, fatos que podem levar à anemia. Os miomas de maior tamanho podem pressionar os órgãos à sua volta, como a bexiga ou intestino, provocando sintomas como dificuldade de urinar ou, algumas vezes, necessidade de urinar freqüentemente. Os miomas também podem causar certo desconforto, o que significa desde uma leve dor nas costas até fortes dores em baixo ventre. A gravidade dos sintomas está relacionada ao tamanho, número e localização dos miomas. Pode haver, algumas vezes, uma associação entre miomas e infertilidade (impossibilidade de engravidar). Caso você tenha miomas, deve discutir o tratamento com seu médico antes de engravidar. Quais as opções de tratamento? Alívio dos sintomas. Se os miomas são pequenos e não causam desconforto, seu médico poderá concluir que não há necessidade de tratamento, recomendando somente exames de acompanhamento. Caso você esteja grávida, provavelmente seu médico vai prescrever analgésicos e solicitar que seja feito um controle mais cuidadoso durante a gestação. Para as mulheres que apresentam sintomas como dor ou sangramento menstrual excessivo devido aos miomas, uma das opções é o tratamento hormonal com substâncias como a progesterona. O organismo, quando recebe doses elevadas de progesterona, reage como na gravidez, interrompendo a menstruação. Os efeitos colaterais são semelhantes aos sintomas que ocorrem antes da menstruação, como retenção de água (inchaço) e, eventualmente, alteração de humor. Cirurgia As cirurgias feitas para retirar os miomas são, em geral, a miomectomia, que é a retirada do(os) mioma(s) e a histerectomia, que é a retirada completa do útero. Para mulheres mais jovens que queiram manter a capacidade de engravidar, a miomectomia pode ser o procedimento de escolha. Razões psicológicas podem levar as mulheres a decidir por não remover o útero. Os miomas de localização subserosa (camada externa) podem ser extirpados tanto por laparotomia (abertura do abdômen por cirurgia convencional) quanto por videolaparoscopia (cirurgia com câmera,sem abertura do abdome). Os miomas submucosos (camada interna), têm na videohisteroscopia a solução ideal: conservadora e pouco traumática. Uma vez que o útero ainda permanece intacto, existirá sempre a possibilidade de surgirem novos miomas. A histerectomia é, com freqüência, recomendada para mulheres mais velhas que já tenham constituído família ou não desejam ter filhos. A histerectomia pode ser realizada tanto por via vaginal como através do abdome, dependendo do seu médico achar mais apropriado. Terapia Hormonal Suplementar O uso de medicamentos tem resultado temporário ou ineficiente; cessado o efeito das drogas, os miomas voltam a crescer e os sintomas reaparecem em poucos meses. Uma nova classe de medicamentos conhecida como análogos do LHRH é utilizada como auxílio no preparo da cirurgia com miomas. Os análogos do LHRH provocam a quase completa interrupção da eliminação de estrógeno pelos ovários. O resultado disso é que os miomas que são dependentes dos estrógenos diminuem de tamanho, o que pode tornar a cirurgia mais simples e rápida. Pode também oferecer maior flexibilidade na escolha da data de realização do procedimento cirúrgico. Além do mais, com a interrupção da menstruação, as mulheres que apresentam sangramento muito intenso têm tempo para se fortalecer e melhorar da anemia, para que estejam em melhores condições para cirurgia. Como a cirurgia requer uma incisão menor após o uso do análogo do LHRH, há a probabilidade da redução da perda sanguínea, tornando o pós operatório mais tranqüilo. Como os miomas voltam a aumentar de tamanho com a parada da análogo LHRH, eses agentes não são indicados para o uso a longo prazo, mas sim para uso antes da cirurgia. Os efeitos colaterais dos análogos do LHRH incluem sintomas da menopausa, como ondas de calor, sudorese, ressecamento vaginal e perda de cálcio dos ossos, que são na maior parte das vezes reversíveis.
Tratamentos alternativos
A) Ultra-som de alta intensidade guiado por ressonancia magnética
1. O que é o ExAblate®2000?
Um tratamento não invasivo para miomas que combina o exame de RM com o ultra-som de alta intensidade para tratar tumores sem a necessidade de incisão (cortes) ou hospitalização. Atualmente é utilizado em mais de 50 centros médicos de referência por todo o mundo (Estados Unidos, Europa, Ásia) e mais de 3.500 pacientes já foram tratadas com sucesso. O
2. O que a paciente sente durante o tratamento?
As pacientes permanecem conscientes, podendo se comunicar com o médico durante todo o tratamento. Recebe uma sedação leve e muitas relatam apenas a sensação de calor no abdome durante o procedimento.
3. Quanto tempo dura o tratamento?
De 2 a 3 horas, dependendo do tamanho do mioma.
4. Quanto tempo depois do tratamento a paciente retorna às atividades normais?
Nos tratamentos já realizados, em média de 1 e 2 dias. Dependendo dos sintomas iniciais, a maioria das pacientes relata alívio dos sintomas provocados pelos miomas após 3 meses do tratamento.
5. O que esperar do tratamento?
Dependendo dos sintomas iniciais, a maioria das pacientes relata alívio dos sintomas provocados pelos miomas, nas primeiras semanas após o tratamento. A melhoria é gradual e usualmente se intensifica após os 3 meses do tratamento. A redução do volume do mioma acontece em um prazo mais longo.
6. O mioma pode retornar após o tratamento?
O mioma tratado com o ultra-som guiado por RM não cresce novamente, mas os não tratados ou novos miomas podem crescer ou surgir.
7. Quais os riscos desse procedimento?
Existem riscos que incluem: queimadura da pele, dor lombar ou nas pernas, cólicas abdominais, náuseas, febre, secreção vaginal e infecção urinária. A incidência dessas complicações é relativamente baixa. Existe também a possibilidade do tratamento não ser bem sucedido no alívio dos sintomas ou, apesar do resultado positivo inicial, outros miomas crescerem e necessitarem de tratamento. Isso é verdadeiro para todos os outros tipos de tratamento para miomas, exceto a histerectomia.
B- Embolização da artéria uterina
A embolização arterial vem sendo praticada desde 1980 como tratamento de certas hemorragias genitais resistentes. A partir de 1989, passou a ser também um tratamento não cirúrgico específico para os miomas uterinos.
Trata-se de procedimento minimamente invasivo. Seu objetivo é interromper a circulação sangüínea que nutre os miomas, de modo a resolver o problema de forma rápida e duradoura, e propiciar a preservação do útero e fertilidade.
Esta perspectiva conservadora encontra importante eco e simpatia na população feminina, graças à possibilidade potencial de aliviar os sintomas sem a perda do órgão matriz, que tem tanto simbolismo para sua feminilidade.
Resultados
Nos Estados Unidos e na Europa já foram tratadas milhares de pacientes com este método (acima de 50.000). No Brasil há experiência de centenas de casos e os resultados são semelhantes aos obtidos nos outros centros do mundo.
Após o primeiro mês do tratamento, 90% das pacientes já apresentaram melhora dos sintomas; e 95%, após três meses.Os primeiros sintomas que melhoram dramaticamente são a hemorragia e a dor, já no primeiro período menstrual pós-embolização. Por isso, verifica-se, alto índice de satisfação e de recomendação para outras pacientes.
A diminuição do útero e dos nódulos de mioma se faz gradativamente, obtendo-se a maior resposta após os 6 primeiros meses, quando encontramos uma redução de 50 a 70%. Em alguns casos esta diminuição é maior, podendo chegar a 75%.
Os miomas não desaparecem por completo: eles sofrem um processo de atrofia e calcificação. Tornam-se assintomáticos, ou seja, não causam mais problemas, e param definitivamente de crescer. Sabe-se que os miomas podem continuar diminuindo de tamanho até 2 anos após a embolização. Não há registro de casos nos quais os miomas voltaram a crescer ou de aparecimento de novos nódulos. Outros pequenos miomas eventualmente existentes, que poderiam crescer no futuro, são também atingidos pela embolização e sofrem a mesma involução.
Vantagens Em relação à retirada cirúrgica dos nódulos:
· menor duração do procedimento, menor sangramento intra-operatório, menor risco de complicações · menor prazo de recuperação da paciente
· incisão muito pequena: a cicatriz é mínima
· preservação estrutural útero: a retirada cirúrgica de múltiplos miomas pode provocar fragilidade na parede muscular do útero, gerando um risco de deformação do órgão, prejudicial, inclusive, a uma futura gravidez.
Em relação à retirada do útero, tanto a embolização quanto a retirada cirúrgica dos nódulos oferecem vantagens: não apenas a preservação da fertilidade, mas também evita-se os vários efeitos negativos da histerectomia. Por Maurício Magalhães Costa - mamcosta@yahoo.com Mestre e Doutor em Ginecologia pela UFRJ Chefe do Setor de Oncologia do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho - UFRJ Fellow da American Society of Breast Disease e Vice-Presidente da Federação latino-americana de Mastologia
Equivalência de alimentos. O que é? - BIA RIQUE
Além de criatividade e um pouco de conhecimento sobre nutrição, precisamos conhecer a equivalência dos alimentos para podermos montar um cardápio que não se torne monótono com o decorrer do tempo. Muitas vezes as dietas não funcionam, pois as pessoas repetem o mesmo menu por várias semanas, até não conseguirem mais olhar para aqueles alimentos, e serem seduzidas pelo sabor da novidade. Ao longo dos anos, venho percebendo a importância de substituir os alimentos para fugirmos da monotonia, e foi pensando nisso que escrevi o livro que acabei de lançar, “Novos conceitos de alimentação saudável e tabela de equivalências” (clique aqui e leia a sinopse do livro), editora TecMedd (www.tecmeddeditora.com.br). Embora seja um livro técnico, é simples de ser compreendido e abrange na 1ª parte as novas diretrizes de alimentação saudável, com recomendações oficiais e também o conceito da nova pirâmide alimentar. Na 2ª parte, tem uma tabela de equivalências super completa, que inclui alimentos diet/light, doces e até bebidas alcoólicas. Ao incluir estes alimentos, quis apenas que o leitor compreendesse que também precisamos conhecer as calorias de certos alimentos, que, embora não sejam “tão” ideais, fazem parte da nossa vida real.
A seguir, dou uma idéia geral do significado de uma tabela de substituições ou equivalências.
Conhecendo o processo de Substituição dos Alimentos
Os alimentos são divididos em grupos diferentes e todos são importantes para uma alimentação saudável. Os principais grupos de alimentos são: carboidratos, vegetais, frutas, proteínas (carnes, laticínios, e feijões) e gorduras. Além disso, as bebidas e os condimentos, embora não sejam grupos de alimentos, estão presentes na nossa alimentação, portanto vou mencioná-los como se fossem um grupo.
A tabela de substituições ou equivalências é um instrumento para facilitar seu cardápio, pois ao aprender as trocas e equivalências entre um alimento e outro, você aprende a comer em qualquer lugar da melhor forma possível para seu programa alimentar. O sistema funciona de forma simples: quando quiser substituir um alimento, veja em que grupo ele está e troque por outro do mesmo grupo, na quantidade equivalente.
1) Carboidratos:
Este grupo inclui: pães, farinhas, cereais, massas, arroz, batata, inhame, aipim, milho e petit pois. As leguminosas, como feijões, lentilhas e grão de bico, embora sejam fonte de proteínas, também são ricos em carboidratos e, portanto fazem parte desse grupo.
A seguir veja a quantidade de alimentos que equivale a 1 porção de carboidratos.
Uma porção de carboidratos equivale a:½ pão francês = 1 fatia de pão de forma = 2 cream crackers2 col (sopa) cheias de arroz cozido = 3 col (sopa) de macarrão = 1 batata pequena
Observação: Esses são apenas alguns exemplos de substituições de alimentos. Utilizando a tabela você pode variar a cada dia. Observe no seu plano alimentar quantas cotas de carboidratos estão inseridas ao longo do dia.
1) Vegetais:
Os vegetais são os seus maiores aliados da saúde, pelos inúmeros benefícios que proporcionam. São ricos em vitaminas, minerais, antioxidantes e fibras. Lembre-se que batata, batata-doce, aipim, milho e petit pois, embora sejam vegetais, estão no grupo de carboidratos.
Os vegetais são divididos em 3 grupos: Vegetais folhosos; Vegetais A; Vegetais B, assim como mostra a tabela.
Embora exista uma equivalência para os vegetais, estes são tão benéficos que podem ser consumidos em maiores quantidades, mas sempre de acordo com seu plano alimentar. Procure utilizar todos os dias vegetais crus e cozidos nas 2 refeições principais.
2) Frutas:
As frutas, assim como os vegetais também são ricas em vitaminas, minerais e fibras. No entanto, se consumidas em excesso, podem engordar. Observe que 1 porção de fruta nem sempre é uma fruta, muitas vezes é apenas ½ unidade ou ½ xícara picada.
Uma porção de carboidratos equivale a:½ banana grande ou 1 banana pequena = 1 laranja = 1 xícara de morangos
Observe que para frutas menos doces como a laranja, uma porção equivale a uma fruta inteira, já frutas mais doces como a banana, uma porção corresponde a ½ unidade grande ou 1 pequena.
1) Proteínas:
O grupo das proteínas se divide em laticínios (que incluem leites, iogurtes, e queijos), carnes (que incluem as magras e semi-magras), ovos e proteínas vegetais (que incluem a soja e seus derivados).
Uma porção de proteína – laticínios equivale a:1 copo de leite desnatado = 1 fatia de queijo minas = 1 potinho (200g)de iogurte desnatado
Uma porção de proteína – carnes equivale a:1 filé médio (100g) de peixe = 1 bife médio(100g) de carne = ½ xícara ou ½ lata de atum
1) Gorduras:
Gordura, não é apenas aquela de adição como óleo, azeite, manteiga ou margarina, existe gordura dentro dos alimentos, daí a preferência por alimentos com baixo teor de gordura. Deve-se utilizar o mínimo de gordura na cocção do alimento, nos molhos e nas saladas, dando preferência ao óleo de canola ou azeite extra-virgem. dando prefer na saladas 2 colheres (sopa) = 1 potinho (200g)), ovos e prote
Uma porção de gordura equivale a:1 colher (sobremesa) de azeite = 8 unidades (pequena) de azeitonas = 2 metades de nozes
1) Bebidas:
. Evite excesso de líquidos nas refeições;. Água e chá verde podem ser consumidos à vontade, no entanto evite chá verde à noite, pois ele contém cafeína;. Refrigerantes diet podem ser consumidos de acordo com seu programa;. Bebidas alcoólicas devem ser evitadas, ou consumidas de acordo com a lista de “abusos”.
1) Condimentos:
Os condimentos ou temperos podem ser frescos ou secos. Os naturais frescos e secos, como orégano, manjericão, cominho, salsa, entre outros, podem ser consumidos à vontade, enquanto os industrializados como ketchup, mostarda e picles devem ser consumidos de acordo com o seu programa.
Todos os grupos de alimentos são importantes e se complementam, e embora seja fácil, aprender a combiná-los, é um processo que exige uma certa dedicação.
Espero que eu possa ter lhe ajudado com estas informações!Por Bia Riquebiarique@globo.comBia Rique é nutricionista, representante da American Overseas Dietetic Association no Brasil. É também chefe do Serviço de nutrição na 38ª enfermaria da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. Atende na Clínica Ivo Pitanguy e em seu consultório particular.
Além de criatividade e um pouco de conhecimento sobre nutrição, precisamos conhecer a equivalência dos alimentos para podermos montar um cardápio que não se torne monótono com o decorrer do tempo. Muitas vezes as dietas não funcionam, pois as pessoas repetem o mesmo menu por várias semanas, até não conseguirem mais olhar para aqueles alimentos, e serem seduzidas pelo sabor da novidade. Ao longo dos anos, venho percebendo a importância de substituir os alimentos para fugirmos da monotonia, e foi pensando nisso que escrevi o livro que acabei de lançar, “Novos conceitos de alimentação saudável e tabela de equivalências” (clique aqui e leia a sinopse do livro), editora TecMedd (www.tecmeddeditora.com.br). Embora seja um livro técnico, é simples de ser compreendido e abrange na 1ª parte as novas diretrizes de alimentação saudável, com recomendações oficiais e também o conceito da nova pirâmide alimentar. Na 2ª parte, tem uma tabela de equivalências super completa, que inclui alimentos diet/light, doces e até bebidas alcoólicas. Ao incluir estes alimentos, quis apenas que o leitor compreendesse que também precisamos conhecer as calorias de certos alimentos, que, embora não sejam “tão” ideais, fazem parte da nossa vida real.
A seguir, dou uma idéia geral do significado de uma tabela de substituições ou equivalências.
Conhecendo o processo de Substituição dos Alimentos
Os alimentos são divididos em grupos diferentes e todos são importantes para uma alimentação saudável. Os principais grupos de alimentos são: carboidratos, vegetais, frutas, proteínas (carnes, laticínios, e feijões) e gorduras. Além disso, as bebidas e os condimentos, embora não sejam grupos de alimentos, estão presentes na nossa alimentação, portanto vou mencioná-los como se fossem um grupo.
A tabela de substituições ou equivalências é um instrumento para facilitar seu cardápio, pois ao aprender as trocas e equivalências entre um alimento e outro, você aprende a comer em qualquer lugar da melhor forma possível para seu programa alimentar. O sistema funciona de forma simples: quando quiser substituir um alimento, veja em que grupo ele está e troque por outro do mesmo grupo, na quantidade equivalente.
1) Carboidratos:
Este grupo inclui: pães, farinhas, cereais, massas, arroz, batata, inhame, aipim, milho e petit pois. As leguminosas, como feijões, lentilhas e grão de bico, embora sejam fonte de proteínas, também são ricos em carboidratos e, portanto fazem parte desse grupo.
A seguir veja a quantidade de alimentos que equivale a 1 porção de carboidratos.
Uma porção de carboidratos equivale a:½ pão francês = 1 fatia de pão de forma = 2 cream crackers2 col (sopa) cheias de arroz cozido = 3 col (sopa) de macarrão = 1 batata pequena
Observação: Esses são apenas alguns exemplos de substituições de alimentos. Utilizando a tabela você pode variar a cada dia. Observe no seu plano alimentar quantas cotas de carboidratos estão inseridas ao longo do dia.
1) Vegetais:
Os vegetais são os seus maiores aliados da saúde, pelos inúmeros benefícios que proporcionam. São ricos em vitaminas, minerais, antioxidantes e fibras. Lembre-se que batata, batata-doce, aipim, milho e petit pois, embora sejam vegetais, estão no grupo de carboidratos.
Os vegetais são divididos em 3 grupos: Vegetais folhosos; Vegetais A; Vegetais B, assim como mostra a tabela.
Embora exista uma equivalência para os vegetais, estes são tão benéficos que podem ser consumidos em maiores quantidades, mas sempre de acordo com seu plano alimentar. Procure utilizar todos os dias vegetais crus e cozidos nas 2 refeições principais.
2) Frutas:
As frutas, assim como os vegetais também são ricas em vitaminas, minerais e fibras. No entanto, se consumidas em excesso, podem engordar. Observe que 1 porção de fruta nem sempre é uma fruta, muitas vezes é apenas ½ unidade ou ½ xícara picada.
Uma porção de carboidratos equivale a:½ banana grande ou 1 banana pequena = 1 laranja = 1 xícara de morangos
Observe que para frutas menos doces como a laranja, uma porção equivale a uma fruta inteira, já frutas mais doces como a banana, uma porção corresponde a ½ unidade grande ou 1 pequena.
1) Proteínas:
O grupo das proteínas se divide em laticínios (que incluem leites, iogurtes, e queijos), carnes (que incluem as magras e semi-magras), ovos e proteínas vegetais (que incluem a soja e seus derivados).
Uma porção de proteína – laticínios equivale a:1 copo de leite desnatado = 1 fatia de queijo minas = 1 potinho (200g)de iogurte desnatado
Uma porção de proteína – carnes equivale a:1 filé médio (100g) de peixe = 1 bife médio(100g) de carne = ½ xícara ou ½ lata de atum
1) Gorduras:
Gordura, não é apenas aquela de adição como óleo, azeite, manteiga ou margarina, existe gordura dentro dos alimentos, daí a preferência por alimentos com baixo teor de gordura. Deve-se utilizar o mínimo de gordura na cocção do alimento, nos molhos e nas saladas, dando preferência ao óleo de canola ou azeite extra-virgem. dando prefer na saladas 2 colheres (sopa) = 1 potinho (200g)), ovos e prote
Uma porção de gordura equivale a:1 colher (sobremesa) de azeite = 8 unidades (pequena) de azeitonas = 2 metades de nozes
1) Bebidas:
. Evite excesso de líquidos nas refeições;. Água e chá verde podem ser consumidos à vontade, no entanto evite chá verde à noite, pois ele contém cafeína;. Refrigerantes diet podem ser consumidos de acordo com seu programa;. Bebidas alcoólicas devem ser evitadas, ou consumidas de acordo com a lista de “abusos”.
1) Condimentos:
Os condimentos ou temperos podem ser frescos ou secos. Os naturais frescos e secos, como orégano, manjericão, cominho, salsa, entre outros, podem ser consumidos à vontade, enquanto os industrializados como ketchup, mostarda e picles devem ser consumidos de acordo com o seu programa.
Todos os grupos de alimentos são importantes e se complementam, e embora seja fácil, aprender a combiná-los, é um processo que exige uma certa dedicação.
Espero que eu possa ter lhe ajudado com estas informações!Por Bia Riquebiarique@globo.comBia Rique é nutricionista, representante da American Overseas Dietetic Association no Brasil. É também chefe do Serviço de nutrição na 38ª enfermaria da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. Atende na Clínica Ivo Pitanguy e em seu consultório particular.
Estudo diz que senso de humor está ligado a testosterona
Da BBC Brasil
Uma experiência inusitada feita por um pesquisador britânico e relatada pelo "British Medical Journal" aponta que homens são mais 'cômicos' do que mulheres por causa do hormônio masculino testosterona. Na avaliação do professor Sam Shuster, do Hospital Universitário de Norfolk e Norwich, os homens costumam contar mais piadas do que as mulheres e normalmente suas chacotas são mais intensas e 'abusadas'. Para confirmar sua tese, Shuster foi passear pelas ruas da cidade de Newcastle Upon Tyne num monociclo antigo e observou a reação de cerca de 400 homens e mulheres ao passarem por ele. Ele observou que quase metade das pessoas, mais homens do que mulheres, reagiram verbalmente. Poucas mulheres fizeram comentários cômicos ou depreciativos, enquanto 75% dos homens arriscaram uma piada, como por exemplo: "E aí, cara, perdeu a roda?". Shuster observou ainda que geralmente os comentários masculinos foram mais debochados e humilhantes. Os mais jovens que passavam de carro eram particularmente agressivos, chegando a baixar a janela para gritar comentários abusivos. Em contrapartida, as mulheres fizeram mais comentários de incentivo ou elogios.
Da BBC Brasil
Uma experiência inusitada feita por um pesquisador britânico e relatada pelo "British Medical Journal" aponta que homens são mais 'cômicos' do que mulheres por causa do hormônio masculino testosterona. Na avaliação do professor Sam Shuster, do Hospital Universitário de Norfolk e Norwich, os homens costumam contar mais piadas do que as mulheres e normalmente suas chacotas são mais intensas e 'abusadas'. Para confirmar sua tese, Shuster foi passear pelas ruas da cidade de Newcastle Upon Tyne num monociclo antigo e observou a reação de cerca de 400 homens e mulheres ao passarem por ele. Ele observou que quase metade das pessoas, mais homens do que mulheres, reagiram verbalmente. Poucas mulheres fizeram comentários cômicos ou depreciativos, enquanto 75% dos homens arriscaram uma piada, como por exemplo: "E aí, cara, perdeu a roda?". Shuster observou ainda que geralmente os comentários masculinos foram mais debochados e humilhantes. Os mais jovens que passavam de carro eram particularmente agressivos, chegando a baixar a janela para gritar comentários abusivos. Em contrapartida, as mulheres fizeram mais comentários de incentivo ou elogios.
Idade "A idéia de que andar numa monocicleta pela rua é algo intrinsecamente engraçado não explica os resultados", afirmou o professor. Segundo ele, a simples explicação seria a presença de hormônios masculinos, como a testosterona, que provoca um comportamento mais agressivo nos homens. De acordo com a pesquisa, essa postura mais agressiva seria resultado de uma exposição ao hormônio no útero materno. E o humor, por sua vez, seria derivado da agressão. Shuster ainda observou que o comportamento agressivo entre os homens diminuía conforme a idade. Ao cruzarem com ele pela rua, os mais velhos fizeram comentários mais encorajadores, mais parecidos com os das mulheres.
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